5.10.06

Quiz: Which Sex and the City Vixen are you?

OH PLEAAAASE! I don't think so!

Bem, os quizzes hoje não estão a dar os resultados que deveriam. Neste até escolhi a resposta "Marriage is not important"! Como poderia alguma vez ter calhado a Charlotte? Em tempos fiz um e calhou a Miranda, o que está mais perto da verdade; uma mistura desta e da Carrie, sim, daria a resposta certa. Mas a Charlotte definitivamente não!

You Are Most Like Charlotte!

You are the ultimate romantic idealist. [Oh pleaaaase!]

You've been hurt before, but that hasn't caused you to give up on love. [Aqui concedo: é verdade.]

If anything, your resolve to fall in love is stronger than ever. [hmmm, hmmm, hmmm... is it something we can actually resolve to?]


And it's this feminine optimism that men find most appealing about you. [HA HA HA]

Romantic prediction: That guy you are seeing (or crushing on)? [Who? Who? I can't see anyone!:P] could be very serious - if you play your cards right!

Quiz: What do guys like about you?

Nunca antes um teste destes deu um resultado tão longe da verdade. E fi-lo duas vezes!

Guys Like That You're Sensitive

And not in that "cry at a drop of a hat" sort of way. (Certo... Mas não é o que me têm dito...)

You just get most guys - even if you're not trying to. (Cromos aos montes, lá isso é verdade. E de facto nem preciso esforçar-me muito: eles caem-me aos pés que nem tordos em dia de caça.)

Guys find it is easy to confide in you and tell you their secrets. (Sim, os rapazes amigos e não os cromos que por vezes tentam saltar-me em cima. A esses só interessa mesmo isso e cá nada de confidences.)

No wonder you tend to get close quickly in relationships! (Nunca dei conta. Sempre demorei imenso tempo a ganhar confiança e intimidade com os outros.)

4.10.06

Amar, errar e perdoar

A D escreveu um post introspectivo há poucos dias. Li-o umas duas ou três vezes e só então me aventurei a comentar.

Do seu post esta foi a passagem que reli mais vezes:


Hoje acho que é difícil as vezes dizer gosto de ti, mas a arte reside em saber querer como a outra pessoa precisa de ser querida...



Eu não poderia ficar indiferente a esta passagem. Tinha de dizer algo. E disse. Ou melhor, escrevi. Por isso deixei no Morfondírozások o seguinte comentário:


É isso mesmo. Nem sempre é fácil. Aliás é muito difícil. Acho que por vezes projectamos para os outros as nossas próprias necessidades e desejos; outras julgo que estamos demasiado ocupados a olhar para o nossos umbigo e somos pouco sensíveis em relação aos outros, aqueles que amamos.

Somos seres tão imperfeitos. Erramos. Julgamos fazer o bem quando por vezes fazemos o mal. Mas quando amamos genuinamente e quando somos amados do mesmo modo existe também algo muito importante que permite o perpetuar da relação: o perdão. :)



Por vezes até esquecemos que o facto de alguém estar ali do nosso lado, por nos ouvir, por querer a nossa companhia (haverá algo mais valioso que disponibilizarmos o nosso tempo para estar com alguém?) é já de si uma grande prova de amor. O que, por sua vez, é uma grande dádiva.

Entre Parênteses

Há dias falava no MSN com a D. Um dos tópicos de conversa foi o novo blog. A maior parte das pessoas não gosta das cores (too bad; I'll stick to them anyway!) outras preferiam a 5ª Dimensão mais intimista (não sei se deram conta que nesta nova Dimensão não existe sequer um link directo para a antiga - e, sim, é propositado) . Só que eu mudei e não existe em mim a necessidade desesperada e desesperante de deitar cá para fora o que sinto. Não existe em mim a necessidade de analisar os meus sentimentos por me sentir mal em relação a determinada pessoa ou situação. Não sinto essa necessidade; não preciso desse desabafo. (Se tiver de o fazer, faço-o actualmente de outra maneira.) Mas devo reconhecer que foi no espaço da blogoesfera que encontrei voz para um processo que me ajudou a encontrar alguma sanidade e sossego. Para além disso decidi realmente deixar de ser intensa, porque curiosamente é algo que também se pode decidir: podemos contrariar aspectos da nossa personalidade. E eu decidi contrariar a intensidade que sempre me disseram me é tão característica.

E toda esta conversa tem que objectivo? O de re-afirmar que as pessoas mudam, evoluem, crescem porque o desejam e agem nesse sentido. Nos últimos dois anos tomei algumas resoluções que operaram verdadeiros milagres na minha forma de estar e de sentir. E se houve coisa que eu aprendi e compreendi foi que não vale a pena correr se não tivermos para onde - só nos iremos cansar e jamais lá chegaremos.

Os Homens da Minha Vida VI

MR DARK



John Cusack



John Cusack é um mistério na minha vida. Não faço a mínima ideia de qual o seu primeiro filme que vi, nem quando comecei a apreciá-lo. Mas talvez tenha sido no excelente The Grifters, com a fantástica Anjelica Huston no papel de sua mãe, que Mr Dark começou a chamar a minha atenção. Posteriormente vi Grosse Point Blank (uma comédia negra absolutamente hilariante, na qual ele desempenha o papel de um assassino profissional que regressa à cidade natal para uma class reunion) e High Fidelity (baseado no livro de Nick Hornby) que passaram a figurar na minha lista de filmes preferidos. Cusack retrata muitas vezes nos seus filmes o homem fiel e dedicado que todas as mulheres sonham um dia ter a seu lado; isto com uma mistura de rebeldia, loucura e humor q.b. e, ao contrário da maioria dos actores de Hollywood, com um estilo discreto e dark.

Para além das suas actividades relacionadas com a 7ª Arte, John Cusack também dedica algum do seu tempo a blogar. É um dos bloggers no The Huffington Post. Quem diria. :)

Duas páginas com interesse sobre o actor:

John Cusack na Wikipedia

Cusack Point Blank


Outros homens da minha vida:

- O Menino
- Monty
- Sir Sidney Poitier
- Mr Absolutely Wonderful Blue Eyes
- O Rebelde

3.10.06

Quiz: How's your Karma?

É. Já sabia.




You Have Good Karma



In general, you like to do the right thing when it comes to others.

Your caring personality really shines through.

Sure, you have your moments of weakness - and occasionally act out.

But, all in all, you're karma is good... even with those few dark spots.



Só para verem como eu sou tão boa pessoa e, por consequência, tenho tão bom karma(cof, cof, cof): há uns meses encontrei uma pasta vermelha de plástico na paragem do autocarro. Olhei em volta para ver se encontrava alguém por perto que a tivesse ali esquecido. Não vi ninguém. Peguei na pasta, abri-a e reparei que continha alguns documentos que poderiam ser importantes. Levei-a para casa e dias depois fui aos Correios. Comprei um envelope, meti lá dentro a pasta, escrevi a morada que tinha encontrado num dos documentos e na parte de fora do envelope escrevi que encontrara a pasta esquecida na paragem do autocarro tal, que vira uma morada num dos documentos e decidira envia-la para lá. Até hoje não recebi nem um obrigada, nem um meta-se na sua vida, absolutamente nada, mas ainda assim espero que a pasta tenha chegado ao seu destino.

2.10.06

Os Homens da Minha Vida V

O MENINO


Edward Norton


Depois dos mais velhotes e dos defuntos eis que começo a dedicar-me aos jovens e vivos.

Edward Norton. O que eu queria ir para o altar com aquele rapaz. Fui ver o The People vs Larry Flynt somente porque ele era o advogado do “pornógrafo”, isto após ter ficado interessadíssima no moço depois de o ter visto em Primal Fear. Pensei logo: “Este rapaz tem potencial!” E não me enganei. A sua brilhantemente psicótica interpretação em Fight Club é uma das principais razões para, de vez em quando, ver o filme (os excelentes diálogos são outra). Gosto do ar imberbe do rapaz, apesar de estar com um arzinho mais crescido em American History X e 25th Hour. Embora não tendo visto toda a sua filmografia, sigo o mais atentamente possível a sua carreira. Para além dos filmes já citados apreciei-o, por diferentes razões, em: Everyone says I love you e The Score (com o incrível Robert De Niro). É um actor que tenho sempre debaixo de olho.



Algumas páginas com interesse:

Edward Norton Information Page

Edward Norton na Wikipedia

Edward Norton Web


Outros homens da minha vida:

- Monty
- Sir Sidney Poitier
- Mr Absolutely Wonderful Blue Eyes
- O Rebelde

Quiz: What season are you?




You Belong in Fall



Intelligent, introspective, and quite expressive at times...

You appreciate the changes in color, climate, and mood that fall brings.

Whether you're carving wacky pumpkins or taking long drives, autumn is a favorite time of year for you.




It actually is so! :)

Hey Nostradamus! - excerto

Seasons have always had a strong effect on me. For example, everyone has a question that assaults them the moment they're awake in the morning - usually it's "Where am I?" or sometimes "What day is it?" I always wake up asking "What season is it?" Not even the day but the season. A billion years of evolution summed up in one simple question, all based on the planet's wobble. Oh, but I wish it were spring! And oh - if only I could smell some laurels in the path outside the building! But then, on the other hand, if I'm honest, I have to remember that it takes bodies longer to decompose in fall and winter. Oh, Jason, I'm so sorry, honey, I'm sorry I just thought of you like you were merely biomass like potting soil or manure or mulch. That's obviously not true. I don't know what happened to you, but you're still just Jason. You haven't turned into something else yet.

in Hey Nostradamus!, Douglas Coupland

Recente aquisição

As meias novas:

1.10.06

Música no Blog - Duran Duran II

Acabadinha de fazer a substituição do vídeo de Come Undone pelo de What Happens Tomorrow, faixa que integra o álbum Astronaut de 2004. Vi-o pela primeira vez no VH1 há coisa de dois meses e, entretanto, encontrei-o no Videocodezone.

Animal

Animal de Roselyne Bosch é uma desilusão. Depois da leitura da sinopse no Cinecartaz fiquei realmente curiosa e sugeri à minha companhia vermos esse filme. Mas achei-o tão mau que me arrependi da minha escolha e sugestão. O Diogo Infante tem uma óptima interpretação, mas não o suficiente para salvar o filme. Nem mesmo as imagens da Ponte Vasco da Gama, do Parque das Nações, da estação do Oriente, de Sintra e do Cabo da Roca salvam o filme. A ideia base do argumento é, no entanto, interessantíssima: um biólogo leva a cabo o estudo de uma experiência sobre a agressividade humana através da manipulação dos genes, que ele acredita determinarem a agressividade dos seres humanos. O pior é o resto: um argumento fraco, sem grandes surpresas ou subtilezas, diálogos carregadinhos de clichés e interpretações medianas (exceptuando o Diogo Infante) a raiar o fraco. Fiquei mesmo desapontada e desconsolada.

O passeio de sábado

Um passeio por Belém levou-me a encontrar sítios assim: