29.6.07

Regresso ao passado: Fade to Black

Parece que ontem os Metallica deram um excelente concerto no SRSB. Não fui e também não me passou pela cabeça ir. Chegaram-me os dois anos seguidos do festival da cerveja nos confins do mundo (isto dependendo naturalmente da área geográfica de cada um), vulgo Parque Tejo e, para além disso, vi os Metallica na década de 90 no Restelo (aquando do segundo ou terceiro concerto da banda por terras lusas). Foi muito bom com excepção da fase Load da tourné em questão.

No meu imaginário musical os Metallica ficaram arrumadinhos aqui num cantinho, assim como outras bandas, no final dos anos 80, início dos 90. Os meus interesses musicais passaram depois a centrar-se noutras bandas de registos bem diferentes, muitas delas ouvidas anteriormente e também paralelamente aos discos de Metallica e Pantera (e por falar em Pantera, agora me lembro que ando há tempos para escrever um post sobre o atrasado mental do Phil Anselmo).

Cá por casa sempre se ouviu música muito variada. E sempre se ouviu também música bem pesada. Torna-se algo estranha a consulta aos discos e cds que por cá tenho. Desde ritmos africanos e brasileiros (as preferências do papá e da mamã), passando pelo disco e música pop, ouviam-se também o heavy metal na sua forma mais pura de thrash e speed metal. A música electrónica e industrial, com algum rock alternativo à mistura, acabaram por levar a melhor e passaram a ser os sons mais apreciados por esta bloguista.

Não posso no entanto evitar aqui deixar o visionamento de uma actuação ao vivo nos anos 90, do meu tema preferido de sempre dos Metallica: Fade to Black do álbum Ride the Lightning, o meu preferido da banda que possuo obviamente em suporte de vinil!



A letra é uma delícia para qualquer adolescente na sua exaltação à teenage angst. E eu achava-a naturalmente excelente porque sentia aquilo tudo também. Afinal eu era uma adolescente. LOL

Things are not what they used to be
Missing one inside of me
Deathly lost, this can't be real
Cannot stand this hell I feel
Emptiness is filling me
To the point of agony
Growing darkness taking dawn
I was me, but now he's gone



Mas na realidade o que estava aqui em questão não era a teenage angst mas sim uma questão bastante mais complexa (que o Daniel Sampaio não leia tal coisa!): a pena de morte, nomeadamente a cadeira eléctrica.

3 comments:

deKruella said...

Também gosto muito dos metálicas tenho muito boas recordações...desses tempos de adolescente ;)

Maria Felgueiras said...

hehe Bons tempos, sim senhores! Os tempos do Gingão e do Lusitano durante os quais toda a gente se enfrascava ao ponto de quase ficarem em coma alcóolico e eu bebia águinha de luso. Mas curtia tanto ou mais do que toda a gente! LOL

Precious said...

Grande banda e grande música.
Bem me apeteceu ir ver os rapazes, que infelizmente nunca tive o prazer de ver ao vivo e a cores. Festival de cerveja nos confins ainda vai, agora a uma quinta-feira sem direito a feriado no dia seguinte, vão-se lixar. Só para pessoal desocupado.