30.9.06

Lady in the Water

A BEDTIME STORY


Lady in the Water
de
M. Night Shyamalan



M. Night Shyamalan devolve-nos a inocência da infância no seu mais recente filme, Lady in the Water, assim como nos devolve, a nós adultos, a capacidade de acreditar em algo para além do mundo visível. O filme é na minha perspectiva um conto de fadas moderno, envolvente, sensível, polvilhado aqui e ali com o humor característico de Shyamalan.

O mais curioso em relação a este filme foi o facto de neste momento eu perceber muito melhor os seus filmes anteriores (ou, pelo menos, estar convencida disso), em especial aqueles de que gostei menos (Unbreakable e Signs).

Achei também, neste Lady in the Water, imensas semelhanças e analogias em relação ao filme Signs, com especial destaque para a cena final, na qual Reggie (interpretado por Freddy Rodriguez, o Rico de Six Feet Under) bem poderia ser Joaquin Phoenix e Cleveland (pelo fantástico Paul Giamatti) poderia ser Mel Gibson (menos fantástico do que Giamatti mas ainda assim com um certo brilho); a Story (interpretada pela doce Bryce Dallas Howard) seria o filho de Mel Gibson em Signs, e por último, o monstrinho verde seria o ET.

Basicamente senti que o cineasta partilha connosco algo de muito íntimo nos seus filmes e consigo perceber também o fio condutor existente ao longo dos mesmos. Existe coerência e coesão, inteligência e humor, personagens envolventes e doces. Percebemos o sofrimento, a dor e o amor das personagens e acompanhamo-las nos seus processos de cura. Não é à toa que Cleveland diz a Story: "You've saved me." E também não é à toa que no final do belíssimo The Village, Ivy regressa à vila com os medicamentos para Lucius e eu acredito que ele se salva. :)


Gostei realmente muito do filme. Acreditei e sonhei.




Time is running out for a happy ending.

29.9.06

Os Homens da Minha Vida IV

Monty




Montgomery Clift (1920-1966)


Terei reparado pela primeira vez em Montgomery Clift no absolutamente fantástico The Misfits de John Huston (que existe obviamente na minha colecção de filmes VHS e o qual não me canso de sugerir a toda a gente para ver, se possível). O seu rosto, reflectindo uma alma profundamente atormentada, comoveu-me a tal ponto que, tempos depois, andei à procura de mais informações sobre o actor (não havia Internet tal como a conhecemos hoje, pelo que as pesquisas não foram fáceis).

Mais tarde vi Suddenly, Last Summer - um filme denso e trágico que me atraiu, muito naturalmente, e em boa parte devido à tragicidade e complexidade dramática da personagem interpretada por Clift assim como a excelente interpretação de Elizabeth Taylor.

Após um acidente de carro que o desfigurou parcialmente, a sua vida e saúde deterioraram-se dia após dia. Morreu em 1966, com 45 anos, devido ao estado de saúde agravado com a dependência de drogas e álcool.

Fica o convite para visitarem o site oficial, não esquecendo a galeria com excelentes fotos do actor, de onde retirei a foto que aqui coloquei. Sugiro também uma vista de olhos à Wikipedia e ao IMDB.




Outros Homens da Minha Vida:

- Sir Sidney Poitier
- Mr Absolutely Wonderful Blue Eyes
- O Rebelde

Mudança de perfil

A mudança no meu perfil no Myspace resultou! Desde então não voltei a receber mais nenhuma mensagem cromática. Tudo se resumiu a: trocar uma foto onde de facto tinha um ar muito saucy por uma acompanhada pelo Pantera onde ambos temos um ar muito intelectual e o Pantera exibe aquele seu ar feroz que inspira respeito! Depois em vez de single optei por in a relationship (esta informação afasta logo quem tenha segundas e terceiras intenções, espero) e em vez de indicar se tenho filhos, se quero filhos ou se não os quero optei por omitir a informação, pois assim dará azo a menos fantasias. Or so I hope.

28.9.06

Os Homens da Minha Vida III

Sir Sidney Poitier





Sidney Poitier


A writer and director, a thinker and critic, a humanitarian and diplomat, his presence as a cultural icon has long been one of protest and humanity.



Nunca tendo visto toda a filmografia de Sidney Poitier, existem pelo menos três filmes dos quais não me esqueço: To Sir, With Love (possivelmente o meu preferido), In the Heat of the Night e Guess Who's coming to Dinner?.

O charme, a classe, o carácter das personagens por si interpretadas despertaram o meu interesse desde muito cedo; em especial na altura em que eu devorava literalmente todos os filmes das décadas de 50 e 60 que passassem na TV. O interesse foi naturalmente exacerbado pelo facto de ser perfeitamente revolucionário o sucesso de um actor negro em Hollywood naquele tempo.

Ficam aqui os links para três páginas a serem visitadas por parte de quem tenha interesse:

Sidney Poitier - IMDB
American Masters
Sidney Poitier na Wikipedia


A foto aqui colocada foi retirada deste site: A Tribute to Sidney Poitier.



Outros Homens da Minha Vida:

- Mr Absolutely Wonderful Blue Eyes
- O Rebelde

27.9.06

Os Homens da Minha Vida II



Mr Absolutely Wonderful Blue Eyes







Paul Newman



Paul Newman, actualmente com 81 anos, tem em mim uma das suas maiores admiradoras. Para sempre recordarei as suas interpretação nos excelentes Cat on a Hot Tin Roof e Hud. A sua imagem é tão agradável que é impossível uma pessoa não se derreter perante a sua beleza clássica e os seus intensos olhos azuis.

Remeto os mais interessados e curiosos para a página do IMDB sobre o actor assim como para esta página com uma completa biografia. A foto colocada neste post foi "roubada" desta página onde existem outras fotos muito bonitas do Mr Blue Eyes.



Outros Homens da Minha Vida:

- O Rebelde

Os Homens da Minha Vida I

Darei início a uma série de posts sobre os Homens da Minha Vida. Gentes da música e do cinema que me enchem as medidas e que admiro pelos seus trabalhos assim como pela beleza e imagem que transmitem.



O REBELDE




James Dean (1931-1955)




James Dean foi desde muito cedo (e só não foi mais cedo pois nasci muito depois da sua morte) alvo da minha atenção. O seu ar de menino perdido e rebelde conquistou-me de imediato. Marcantes são as suas interpretações nos filmes Rebel Without a Cause, East of Eden e Giant. A contenção dramática e a tragicidade das suas personagens nunca me deixaram indiferente. Muito pelo contrário. Admiro, acima de tudo, o carácter extremamente humano que conferiu às personagens interpretadas por si. Para além da paixão pelo cinema, James Dean nutria o gosto pela fotografia e pelos carros. A Dean associo sempre Morrissey e vice-versa ( I wonder why...).

A foto foi "roubada" do site oficial. Deixo aqui também a página da Wikipedia para mais informações sobre o actor.

26.9.06

Confide in me

Não consigo resistir. Ainda agora estava a passar no VH1. Aqui fica Confide in me de Kylie Minogue. Desta vez a cortesia é do youtube. Vejam o vídeo que vale a pena pelas cores, pelas personagens, pelo que representa.



CALL
NOW

SATISFACTION GUARANTEED

The L Word

E não é que, ao contrário do que escrevi num post anterior, estou a começar a ficar fã da série! Agora sempre que faço o meu zapping, à noite, se estiver a dar a série na :2, deixo-me ficar a ver e a tentar perceber um pouco melhor o mundo lesbiano. Já percebi que tal como alguns heterossexuais existe muito a vontade e o desejo por parte das personagens de encontrar a pessoa certa. Tão grandes são o desespero e a ansiedade que as pessoas se deixam envolver em situações e relações que no fundo não desejam. (Aquela Jenny mete-se em cada uma!) E o pior são sempre as consequências. Entretanto, já elegi a minha personagem preferida: a belíssima e sofisticada e sedutora francesa Marina. A mulher é tão bonita, tão bonita que só dá vontade de ficar a olhar para ela como quem admira uma obra de arte. Daí só poder concordar com este post no Mise en Abyme. Também gosto da Shane (a personagem mais cool) que descobri ser a preferida da N. *wink* *wink*

De qualquer modo, sempre que esteja a dar Sexo e a Cidade não existem dúvidas quanto à minha escolha. Ou se estiver a dar Rescue Me (aqueles bombeiros saíram cá uns cromos que só visto...) ou The Strip.

Aquela estúpida caixinha colorida continua a ser um excelente divertimento. :-D

Recordações da adolescência III



Flatliners também realizado por Joel Schumacher (e também parte da minha colecção VHS) é o filme que marcou possivelmente o fim da minha adolescência. As experiências de quase-morte, levadas a cabo por um grupo de estudantes de medicina, levantam algumas questões interessantes éticas, morais e filosóficas em relação à morte e a forma como cada um a interpreta. Cada personagem é levada a lidar com os seus fantasmas e passados traumáticos, sendo também interessante a questão da expiação de pecados que ocorre durante o período de quase-morte das experiências dos jovens estudantes. No fundo, o filme é um exercício de reflexão, ainda que superficial, perante a eterna questão da vida para além da morte.

25.9.06

Recordações da adolescência II

Continuando com as minhas Recordações da Adolescência... Cinematograficamente falando, existem outros filmes que me marcaram. St. Elmo’s Fire de Joel Schumacher (que tal como The Breakfast Club é de 1985) é um deles. Nele surgem de novo Emílio Estevez, Judd Nelson e Ally Sheedy (felizmente a Molly Ringwald não!).

Em St. Elmo’s Fire (que também faz parte da minha colecção VHS) temos um grupo de amigos acabados de sair da Faculdade e com a difícil tarefa de se adaptarem ao mundo dos adultos com todas as responsabilidades que tal acarreta. Neste filme não existe a inocência encantadora de The Breakfast Club. Os jovens adultos de St. Elmo’s Fire movem-se numa teia de amores, desamores, traições e amizades postas à prova. No final a constatação a retirar é a de que tudo muda e que cada qual tem de seguir e trilhar o seu próprio caminho.

E fica sempre a célebre frase de Andrew McCarthy, que ao longo de todo o filme tenta descobrir the meaning of life: “Love sucks”, traduzida genialmente para “O amor suga”. Ó… se suga! LOL

Música no Blog - Duran Duran

Depois de Supermassive Black Hole dos Muse fica ali na barra lateral, por uns tempos, o vídeo de Come Undone dos Duran Duran, tema do The Wedding Album de 1993. Cortesia do videocodezone.

Recordações da adolescência I

Recentemente li num blog uma referência ao filme The Breakfast Club de John Hughes, um dos filmes preferidos do meu período teen. Nem a propósito ao fazer zapping, ontem de tarde, dei com o filme a ser transmitido na SIC Radical. Fiquei a vê-lo, embora até o tenha gravado numa velhinha VHS. A história é simples e sem grandes pretensões, assim como o próprio filme: cinco jovens têm de cumprir um castigo permanecendo na biblioteca da escola num sábado. Cada qual encontra-se ali por uma razão diferente; todos representam um estereótipo diferente de jovens do liceu: a menina queque e popular, o atleta, o marrão, o delinquente e a lunática (a minha favorita, claro). O tempo que passam juntos em detenção torna-se um período de reflexão e partilha.



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Dear Mr. Vernon,

we accept the fact that we had to sacrifice a whole Saturday in detention for whatever it was we did wrong. But we think you're crazy to make an essay telling you who we think we are. You see us as you want to see us... In the simplest terms, in the most convenient definitions. But what we found out is that each one of us is a brain...
...and an athlete...
...and a basket case...
...a princess...
...and a criminal...
Does that answer your question?...

Sincerely yours,
the Breakfast Club.

22.9.06

Quiz Time: What kind of soul are you?

Olha, que grande surpresa. :-P

You Are a Dreaming Soul

Your vivid emotions and imagination takes you away from this world.

So much so that you tend to live in your head most of the time.

You have great dreams and ambitions that could be the envy of all...

But for you, following through with your dreams is a bit difficult.

You are charming, endearing, and people tend to love you.

Forgiving and tolerant, you see the world through rose colored glasses.

Underneath it all, you have a ton of passion that you hide from others.

Always hopeful, you tend to expect positive outcomes in your life.

Souls you are most compatible with: Newborn Soul, Prophet Soul, and Traveler Soul.

20.9.06

Spooks - 5ª série

O trailer da 5ª série. Adam Carter, interpretado por Rupert Penry-Jones, em forma. Looking forward to watching the new episodes.


Sobre Hey Nostradamus!

"A simple, smooth stone dropped into a flat lake creates complex ripples. Humans are never simple or smooth and their lives are never flat. But even though single events inevitably have complex consequences, the lines of inherited actions - the then-I's, when-you's, because he's and after-she's -- can be traced back to a zero point. For hundreds of years, fiction has concerned itself with tracing the series of events that lead up to the stone-drop. The entire mystery genre revolves around what caused the crime. The events that unfold as a result of the crime are more often than not barely given notice. 'Hey Nostradamus!' by Douglas Coupland is a post-crime novel. We never find what motivates the killers, and we're frankly not interested. Coupland concentrates his attention on the victims of the crime, not the investigators or the perpetrators. 'Hey Nostradamus!' is a powerful and funny novel about consequences, after-effects and the human response to tragedy. Faith that stands firm in the face of horror isn't all it's cracked up to be. Random acts of senseless violence beget random lives of senseless wandering - but that's a life better lived than that of the shut-down ascetic. It's possible but not positive to avoid the ripples of terror. Half a life is better than none at all."


Ler tudo

19.9.06

Feeling Good - o vídeo

Na, agora defunta, 5ª Dimensão devo ter postado a letra de Feeling Good umas duas vezes. Fica agora aqui o belíssimo vídeo-clip. É impossível não gostar. Já viram as coisas bonitas que eu vos "dou". ;-)

[Dica: Façam pausa no vídeo-clip da barra lateral e cliquem no play deste.]


Budapeste a ferro e fogo

Foi com espanto que li os títulos de vários artigos de publicações noticiosas online em relação a confrontos na Hungria. Dei uma vista de olhos rápida aos artigos: Confrontos em Budapeste provocam 150 feridos, Budapeste: Confrontos entre a polícia e manifestantes causam 150 feridos, Hungria: Manifestação contra o Primeiro Ministro marcada por confrontos com a Polícia. Foi o suficiente para ficar de boca aberta. Enviei e-mail rápido à D para saber o que se passava e enviei-lhe os respectivos links (eu não sei Húngaro, mas ela sabe muito bem Português). Depois vi imagens no Euronews: gente a gritar, carros incendiados. E eu só pensava: "Mas o que é que se está a passar?"

Recebi uma resposta da minha amiga com as suas reflexões e sentimentos em relação ao que se passou e tive já a oportunidade de trocar algumas impressões via MSN com ela. Fiquei mais descansada por saber que com ela e família estava tudo bem, mas fiquei apreensiva em relação à estrutura sócio-política da Hungria e no que os recentes acontecimentos podem significar para o futuro e de que modo ela e a família poderão ser afectados.

Por indicação dela li dois artigos da BBC News com excertos das gravações do Primeiro Ministro que despoletaram a revolta da população e outro sobre a reacção do Primeiro Ministro em relação aos confrontos.

Por último deixo aqui ficar um excerto do e-mail enviado por D, cujo texto integral foi publicado no seu blog:

Penso que uma das coisas que mais me dói como é possível odiar tanto, de destruir monumentos, arrasar com um edifício, ferir pessoas que não se conhecem, sentindo-se ridiculamente importantes... grandes... deixando sair os vermes do pior que existem dentro de nós. Como é possível pôr fogo a um carro que tinha pessoas lá dentro? Nem consigo imaginar os sentimentos das mães e esposas dos polícias que estavam cumprir o dever deles.

Sim, acho que é a falta de PENSAR, agir como animais que me choca... agir sem ver passado, presente e futuro, de se olharem a si próprios de fora. Empenharem-se com toda a força para fazer mal, sem saber porque, sem ter objectivos a frente...

The Queen of the Superficial

Pois é, como já terão percebido, cansei de ser intensa. Há quem se canse de ser sexy, por exemplo - o que não é o meu caso! :-D

Nesta minha nova condição de Rainha do Superficial optei por dedicar várias horas do meu tempo livre a ver TV. Documentários e séries em especial. Os filmes já de si demasiado longos são ainda mais longos com os quase intermináveis intervalos e por isso opto por não vê-los na TV, a menos que, durante o zapping, dê com alguma cena que capte a minha atenção em especial.

Foi assim, zapando de canal em canal, que descobri acidentalmente a transmissão de Little Britain (presumo que a 2ª série) no canal 2 e dei ontem de caras com outra série, também na 2, da qual já tinha ouvido falar: The L Word. Não fiquei fã, mas vi os dois episódios quase integralmente, com um intervalo para ainda ver boa parte dos episódios de Sexo e a Cidade, transmitidos na SIC.

Voltando a The L Word: sexo, sexo, engates, crises de identidade, mais sexo, mais engates e a história não passa muito dali. Existe uma personagem que tem piada de tão irritante e que é simultaneamente homofóbica, sendo ela própria lésbica, e não suporta heterossexuais - go figure; e mais graça ainda tem a namorada hetero com o seu ar angelical e menina bem comportada a enganar o namorado com... uma das outras meninas; e os subsequentes remorsos e sentimentos de culpa e ainda a crise de identidade sexual do "serei lésbica agora que comi uma gaja", etc. Agora que vi como é não me parece que vá seguir a série.

Entusiasmada fiquei com Invasão que passou no Domingo à tarde no canal 1. A tempestade tropical a servir de pretexto a seres alienígenas para aterrarem no nosso planeta e, presumo, dominarem-nos e tomarem conta disto tudo. Mistério q.b. Espero não esquecer-me dos próximos episódios.

Agora vou ver a programação da TV para saber quais os programas a serem vistos hoje.

18.9.06

Only gay in the village

Convicta de que rir é o melhor remédio fica aqui o link para mais um hilariante sketch de Little Britain (1ª série) com uma das minhas personagens preferidas: Daffyd Thomas, "the only gay in the village".

OMG

As coisas que se descobrem na Net. Ricky Gervais em 1984. Mas que belo vozeirão!

Eighties forever

Indicada pelo ZP fui ter a uma página que fará muitos trintões (e não só!) recordar bons velhos tempos e tunes. Para os interessados é só clicar aqui e seleccionar os vídeos que pretendem rever da extensa e variada lista de 1500 títulos.

17.9.06

No but yeah but yeah but yeah no but yeah no but yeah...



Segue-se um excerto de um sketch absolutamente hilariante de Little Britain que faz as minhas delícias. A personagem é a Vicky Pollard, uma adolescente problemática, interpretada por Matt Lucas.

"No but yeh but no what happened was, was you know the Redmond sisters, they found a verruca sock in the girls bogs and put it in Carrie's bag and she completely had an eppy and turned up to Carmel Sharma's party with a compass and stabbed Carmel Sharma, and anyway Shelly Bentley gave Craig Harmen a blowie in the shallow end for a bite of his Funny Foot".


Aqui podem ver o clip, que não sendo de grande qualidade visual tem pelo menos um som bastante aceitável. Riam muito. :-D

Música no Blog - Muse

Continuo em pesquisas de modo a conseguir encontrar a forma mais fácil de ir aqui colocando alguma da música da minha preferência. Fui ter ao videocodezone e por isso presenteio-vos com uma das melhoras músicas e vídeos que vi nos últimos tempos. Supermassive Black Hole dos Muse. A ver ali na barra lateral.

Gay Biscuits




Leave the flat English plains and head for the mountains of Wales, where you will come to the town of Llandewi Breffi. It is a typically warm Welsh town and home to the committed 'homosexualist', Daffyd. Proud to be gay, Dafydd refuses to accept that he isn’t the only 'gayer' in his town. Catch him swilling Bacardi and Cokes in the pub, or he can sometimes be spotted in the newsagent’s where he discovers, to his horror, that the only copy of Attitude magazine has been bought by someone else.



Fica aqui um atalho para um sketch de Little Britain da segunda série, se não estou enganada, em que Daffyd decide ir para Londres. Cliquem, vejam, deliciem-se.


Videos
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Foto e texto retirados daqui


[EDITED: 17/09/06]

16.9.06

A música no blog - primeiros passos

Várias horas de tentativas e optei, para já, pelo eSnips. Não é exactamente o que pretendia pelo que o mais certo é vir a optar por outra alternativa dentro de uns tempos. Mas tecnicismos à parte, fiquem-se com a belíssima In Denial, a qual referi há uns posts atrás, dos Pet Shop Boys e Kylie Minogue.




10 In Denial
10 In Denial.mp3
Hosted by eSnips

O sofrimento dos outros

Recentemente fui a um velório e não senti um pingo de simpatia ou compaixão pela viúva que chorava inconsolavelmente. Senti sim pena que o morto fosse aquele senhor amigo, o qual gostaria que tivesse vivido mais alguns anos e mais felizes. O sofrimento das pessoas que fazem sofrer a mim não me comove.

Pinturas em banho maria

Em questões de pintura as coisas andam um bocado fracas. Imagino cores e formas mas noto ser-me impossível transpô-las para a tela. Ainda assim andei a pincelar umas telas pequenas e baratas compradas nos chineses (lamento mas não faço boicote às lojas chinesas com telas a tais preços!) para testar umas cores. Saíram Vermelho e Azul. Acho que em vez de andar com projectos ambiciosos para os quais não possuo técnica o melhor é ir fazendo exercícios de cor e depois então dedicar-me à forma e por último, então, dedicar-me a algo solidamente pensado.

15.9.06

Em jeito de confissão

Quando há uns tempos estive a passar uns dias com o ZP ouvi uma música dos Pet Shop Boys com a participação de uma cantora que só depois fiquei a saber ser a Kylie Minogue. Gostei imediatamente da música e muito em especial as partes cantadas pela voz doce e suave da Kylie. Recebi há pouco o mp3 da música em questão cujo título é In denial e passo aqui a transcrever a letra da mesma. (Ainda não sei como aqui colocar música para os visitantes da Dimensão, mas logo que me empenhe em tal tarefa passarei a partilhar as minhas músicas preferidas com quem por cá passar.)

O meu querido amigo facultou-me alguma informação extra a respeito da faixa acima referida; trata-se de uma música do "álbum Nightlife, editado em 1999, tendo posteriormente integrado o lote de canções do musical Closer to Heaven concebido pelos próprios PSB em parceria com Jonathan Harvey, tendo sido interpretada por dois dos actores da peça numa versão um pouco diferente".

Eu estou naturalmente deliciada e algo surpreendida. Há coisa de umas semanas dei por mim a ver com extrema atenção o vídeo da música Confide in me da Kylie Minogue e a achar a música, que julgo ser de 1993 ou por aí perto, o máximo. Que a N tinha um certo fascínio pela Miss Minogue já eu sabia, que eu o viria a ter nunca me passaria pela cabeça. Qualquer dia também gosto de Madonna (o ZP e o P aprovarão fervorosamente).



Neil:
In denial, no
my life's a trial
I'm not denying
that every little bit hurts
It's a problem
that I'm not solving
Don't mind admitting
I feel like quitting this job
for a while, getting away
before it gets any worse today

Kylie:
You're in denial
and that is final
You're not admitting
you should be quitting
all these
queens and fairies
and muscle Marys
the rough trade boyfriend
who in his pathetic own way
denies he's gay
Why can't you see?
This is a fantasy world

Neil:
Think I'm going mad
How d'you know if you're
going mad?

Kylie:
Look at me I'm lonely

Neil:
Look at me I'm sad

I'm not denying
I could be trying
a little harder
to deal with some of this stuff

Kylie:
Know what I'm thinking?
Less drugs and drinking
No cigarettes and you'd feel
a little less rough

Neil:
Is that enough?
My life is absurd, I'm living it
upside down
like a vampire, working at
night, sleeping all day
A dad with a girl who knows
he's gay

Both:
Can you love me anyway?


In Denial - PET SHOP BOYS + KYLIE MINOGUE

14.9.06

Agora a sério: porquê eu?

Parece que comecei a minha colecção de cromos no Myspace. Outra mensagem:

Great pic. Looking for friends with maybe some benefits. I am married and here alone for 15 months at Lajes. Just looking.



Benefits?? BENEFITS?? Eu já ouvi chamarem-lhe muita coisa, mas benefits?

Este não se deve surpreender se não levar resposta, pois não?

Decidi alterar o meu perfil: escolher uma foto menos boa e inventar algumas mentiras que possam (espero eu) afastar esta cromice.

Priceless



[Clicar na foto para aumentar]

E o Diabinho



:-D

12.9.06

Fear of GOD in me?

A primeira mensagem do género que recebo no Myspace.


Hi,
How are you today, i guess all is well with you ? if so thanks be to GOD. I'm charles by name , a football player , playing and living here in israel. I'm here in this site to search for that lady who have decided to settle down with a man and have also fear of GOD in her . so plz i will like to hear your own opinion and if you wanna see my pics send me your email address , i will send it to you there..
best regards




Existem logo ali uns quantos problemas que são a meu ver um grande impedimento para o que quer que seja: Israel, GOD, settle down, fear of GOD.

É mais do que óbvio que a criatura não leu o meu perfil. Se assim fosse teria ficado a saber duas coisas MUITO importantes a meu respeito: 1) Sou agnóstica com tendência a tornar-me ateia; 2) Nunca quis filhos, continuo a não querer e é mais do que provável que continuarei a não quere-los - o meu relógio biológico vem com defeito de fabrico.

É também óbvio que não irei responder.

I Love You But I've Chosen Darkness

Encontrei o nome da banda na última playlist do Planeta Pop. Por mera curiosidade andei a investigar no Myspace outras duas bandas das quais muita gente fala mas sobre as quais eu pouco ou nada sei. Foi assim que descobri a música boa dos I Love You But I've Chosen Darkness e as sonoridades interessantes dos Infadels e dos White Rose Movement - a ouvir com mais atenção no futuro pois existe a séria possibilidade de me tornar fã.

Nem a propósito o mais recente post no Planeta Pop é este. A música é mesmo fixe. Enjoy.

When I looked into your lifeless eyes, I saw you everywhere

There's no place where you can hide
There's no place that I can't find
There's no end to leave me clean
There's no reason I have seen

If you find me on my own, you could live your life forever
Shall we leave our world alone, maybe we'll go back or never


Paradise - NEW ORDER

11.9.06

Gatinhos adoptados

Por fim! Os três gatinhos da gatita Mary foram todos adoptados. Cada um num lar diferente mas esperançosamente os três serão igualmente bem tratados.

9/11


Foto: Skynews

Volver

Ir ao cinema. Estar sentada, sossegada, a ver um filme do início ao fim sem qualquer enfado e sair de lá perfeitamente satisfeita não tem preço. Foi bom ver Penélope Cruz num papel que lhe assenta como uma luva e rever a maravilhosa Carmen Maura.

Um filme onde mais uma vez as mulheres são o núcleo, a força central - em que a amizade, o amor, a cumplicidade no feminino são filmados com uma sensibilidade como poucos cineastas são capazes de filmar.

Volver de Pedro Almodóvar é um filme a não perder.

10.9.06

A Boda de N.

Photobucket - Video and Image Hosting


Um casamento onde se misturou a tradição e o moderno com muitos diabinhos à mistura assim como alguns nervos e ansiedade como, aliás, sempre acontece nestas situações, mas com muita alegria e boa-disposição que a todos contagiou.

8.9.06

Os meninos

Não quero filhos mas, não sei lá bem como, arranjo-os. Um envia sms "Vens comigo amanhã comprar roupa?" o outro, mais tarde, telefona exactamente pela mesma razão. Hoje lá vou eu ao fim da tarde às compras com os meus dois meninos. Só a mim!

E tinha eu planos de um final de tarde de mimos: depilação, banho prolongado, cremes hidratantes, máscara para o cabelo, etc, etc...

Forever and a day...in the time of my life

So don't go away, say what you say
But say that you'll stay
Forever and a day...in the time of my life
Don't go away - Oasis




Yep, confesso. Gosto de Oasis. :-D

6.9.06

Uma receita e um conselho

A pensar numa possível mensagem para a N pus-me a pesquisar no Google e dei com a seguinte receita para um "Bolo de Casamento":


4 lb. of love.
1 lb. butter of youth.
1/2 lb. of good looks.
l lb. sweet temper.
1 lb. of blindness for faults.
1 lb. of self forgetfulness.
l lb. of pounded wit.
l lb. of good humour.
2 tablespoons of sweet argument.
1 pint of rippling laughter.
1 wine glass of common sense.
1 oz. modesty.

Put the love, good looks and sweet temper into a well furnished house. Beat the butter of youth to a cream, and mix well together with the blindness of faults. Stir the pounded wit and good humour into the sweet argument, then add the rippling laughter and common sense. Work the whole together until everything is well mixed, and bake gently for ever.



Para além da receita encontrei um conselho:


Let your love be stronger than your hate and anger.
Learn the wisdom of compromise, for it is better to bend a little than to break. Believe the best rather than the worst.
People have a way of living up or down to your opinion of them.
Remember that true friendship is the basis for any lasting relationship. The person you choose to marry is deserving of the courtesies and kindnesses you bestow on your friends.
Please hand this down to your children and your children's children.


Jane Wells (1886)

5.9.06

Freelove - as amizades com tons e cores

Interessante post sobre a questão das amizades coloridas. Que maior modernice do que viver a vida with no strings attached? Eu pessoalmente vejo nas ditas amizades coloridas a maior forma de desrespeito afectivo e moral de um ser em relação a outro.

Carmina Burana

Uma das minhas composições musicais preferidas, em especial a parte O Fortuna, composta por Carl Orff em 1935-36, tem como base 24 poemas de uma colecção de poesia medieval que se crê ter sido escrita no início do século XIII. A primeira vez que a ouvi foi no filme Excalibur (um dos meus preferidos) de John Boorman. A pesquisa na Wikipedia forneceu-me um rol de informação interessantíssima nomeadamente o facto de na palavra Carmina ser a primeira sílaba acentuada e não a segunda como normalmente se julga.

A morte do romantismo

Recentemente saiu-me pela boca fora, num jantar com amigos: "Não sou uma pessoa romântica." Só mais tarde fiquei a pensar nisso. Não o serei de facto? Logo eu que até gosto tanto de filmes com finais felizes...

Ontem ao ver O Sexo e a Cidade na SIC Mulher num episódio em que a Carrie reflectia sobre a questão da intolerância face ao romantismo tentei perceber um pouco melhor essa coisa de se ser romântica. É uma questão de personalidade ou serei apenas socialmente reprimida no que diz respeito as demonstrações de romantismo? Fiquei basicamente na mesma, mas quase me arrisco a dizer que se trata de uma mistura das duas coisas sendo que uma tem maior peso do que a outra.

4.9.06

O dia de praia que não o chegou a ser

Estava combinado um dia de praia que se adivinhava esplêndido. Não o chegou a ser porque o "meu companheiro" decidiu ficar a dormir. Para não ficar com o dia totalmente arruinado fui ao cabeleireiro cortar as pontas ao cabelo.

Spooks - 1º Episódio da 5ª série

A 5ª série de Spooks (Dupla Identidade) já aí está, mas para já só temos o 1º episódio. Vou vasculhar a programação da BBC Prime para saber quando o poderei ver.

[A vasculhar a programação da BBC Prime]

Já vasculhei e não me parece ser para breve, ainda estão a transmitir uma das temporadas anteriores. Damn!

3.9.06

Hen's Night - A tradição ainda é o que era com algumas nuances

A Despedida de Solteira não foi bem como o pensado ou planeado. Mas foi, sem dúvida, sui generis: dos quatro presentes na 2ª metade da dita duas eram mulheres. Fomos a um bar (cujo nome não me recordo) no Bairro Alto beber uma bebida que consistia em saké e sumo de morango - fez lembrar as deliciosas margaritas de morango (sem o sal) do Mexicano em Algés.

Fica a quase certeza desta Despedida de Solteira marcar essencialmente o início de uma nova (e muito feliz) vida para a N e não o final de uma vida de deboche e boémia, que nunca o foi de facto, mas que poderá sê-lo sempre que o quisermos.

Running up that hill

Enviaram-me três versões de Running up that Hill (original de Kate Bush): uma de Faith and the Muse, uma de Within Temptation e a outra de Placebo. Cada uma dentro do seu género tem o seu interesse. A de Placebo é a mais lenta das três. A bateria na versão dos Faith and the Muse é excelente mas a parte vocal não me agrada tanto. A minha favorita é a de Within Temptation - o início até me causa arrepios na espinha.

And if I only could
Make a deal with God
And have him swap our places
Be running up that road
Be running up that hill
Be running up that building
So if I only could


Running Up That Hill- Kate Bush

1.9.06

Despedida de Solteira

Amanhã será a Despedida de Solteira da N que casará dentro de uma semana. Jantar seguido de uma incursão pelo Incógnito e muito possivelmente Disorder. Esperemos estar em forma para beber muita caipirinha, sangria branca ou margaritas ... pelo menos.

Glaciers melting...



:)

Mulheres de Areia





:-D