27.4.13

Jovens escritores

Na minha turma de Humanidades do 11.º ano há alguns alunos que suscitam grandemente a minha curiosidade. Na aula de sexta-feira fiquei a saber que vários estão a escrever "um livro". Achei curioso. Não me disseram que gostam de escrever, ou, que por vezes, rabiscam umas coisas. Não. Disseram taxativamente: "Professora, estou a escrever um livro." Fiquei naturalmente exultante e perguntei se poderia ler o que estavam a escrever. Sem timidez disseram logo que sim. Um passou-me o caderno de capa preta onde já delineou vários capítulos do seu livro que narra uma história de espiões. A outra prometeu enviar-me o seu livro via email. Hoje de manhã li o primeiro capítulo do que me parece uma história cheia de mistério onde se vislumbra também um amor avassalador. Quem sabe se um dia mais tarde não encontrarei numa livraria um livro assinado por um destes meus alunos... Que prazer seria!



A manta de lã

Estou satisfeita. Um projeto recentemente iniciado encontra-se finalmente terminado. Para tal tive também a preciosa ajuda da minha mãe. A manta de quadrados coloridos está aos pés da minha cama para que eu e a  gata possamos dormir mais aconchegadas nas noites ainda frias da primavera. Há agora mais tempo para me lançar em novos projetos!

25.4.13

Spotify

Recentemente descobri o Spotify. Reparei que alguns amigos andavam a usar a aplicação, fiquei curiosa e decidi fazer o download e experimentar. Ainda ando em fase de exploração mas estou a gostar. Esta noite, por exemplo, foi a vez de ouvir os The Young Gods.

23.4.13

Nos meus sonhos o meu irmão está vivo. :-)

20.4.13

Welcome to my World

And if you stay a while
I'll penetrate your soul
I'll bleed into your dreams
You want to lose control

I weep into your eyes
I make your vision see
I'll open endless skies
And right your broken wings 



Uma frase lida em tempos num livro tem-me acompanhado diariamente. Repito-a várias vezes ao dia; não para me convencer mas sim para que a sua evidência esteja sempre presente.

Toda a perda é uma ilusão.

19.4.13

Delta Machine

Um amigo ofereceu-me pelos meus anos o mais recente álbum dos Depeche Mode, Delta Machine. Nos últimos dias tenho-o ouvido em casa, prestando atenção às composições de Martin Gore e Dave Gahan e confesso-me agradavelmente surpreendida. Trata-se de um álbum coeso, intenso, melódico e melancólico q.b. Muito Depeche Modiano, acrescentaria. Para já fica a sugestão do visionamento do clip da belíssima Heaven no link abaixo, mas há outras faixas que começam a despertar mais a minha atenção, nomeadamente Welcome to My World.

17.4.13

Rammstein no Pavilhão Atlântico






Os Rammstein deram um grande concerto ontem no Pavilhão Atlântico. Abriram e bem com Ich Tu Dir Weh e terminaram também bem com Pussy, embora não tenha sido do agrado geral. Pelo meio tocaram Feuer Frei, Asche zu Asche, Wiener Blut, a nova versão de Mein Herz Brennt, Du Hast, Du riechst so gut, Links 2-3-4, Mutter, entre outras. Depois do encore: a muito esperada Sonne e Ich Will.

Para mim faltou Morgenstern, que seria, bem sei, uma escolha altamente improvável para o alinhamento,  mas confesso-me satisfeita e de barriga cheia. Afinal de contas já não via os rapazes em palco desde o Rock in Rio de 2010.

O espectáculo foi salpicado de inúmeros efeitos pirotécnicos como já é costume, mas com algumas variações em relação aos 5 concertos que vi anteriormente da banda. Há que, naturalmente, inovar! O momento fantástico em Feuer Frei com os lança-chamas é sempre um verdadeiro deleite. Não faltou o caldeirão, o Til vestido de avental e com um grande facalhão na mão em Mein Teil e a encenação sado-masoquista em Bück Dich que costuma deixar as alminhas mais sensíveis e púdicas de queixo caído.

Estiveram bem. Voltem sempre que a malta está sempre pronta!